Maionese desandada

Algumas questões nessa vida parecem confundir os sentidos

Ora nos centra, ora nos atola, ora me perco.

O que de tão magnifico já experienciei nessa vida gira longe dos holofotes;

Ultimamente sirenes disparam dentro de mim.

Tento manter a calma, me reorganizar e por vezes sou tomada por um tsunami de lágrimas.

Já vivi momentos tortos semelhantes, 

e sei que o caminho para sair daqui é trabalhoso.

Nesses momentos em que um muro branco se ergue, o centro continua quente.

A vida arde, o encanto permanece, a presença é uma benção.

O imaginário é uma gama

E deitada na grama, um fundo respiro.

Forças pra seguir em frente, e constantemente, me esforço para encontrá-la.

O medo tem tomado conta, 

os questionamentos também,

mas quando bem estou, aproveito. 

Uma fase de resgates e simplicidades é tudo que desejo pra mim, 

Calmaria do atlântico para poder benzer-me.

Quero voltar a enxergar as cores nos aromas

E viver espontaneamente.

Humildade não estressa

Amor tem sido um guia

Coragem corre em minhas veias

De fé quero me banhar.